Sempre que perdemos um amor, perdemos um pouco de nós mesmos, dos sonhos, da coragem de fazer o impossível ser real. O próprio ridículo do ser feliz, afinal, ser feliz é se permitir ser meio bobo. Fica as desilusões, o medo, a vontade de viver superficialmente para fugir da dor de ter exposto a verdade encoberta de nós mesmos e termos nosso coração repartido e lascado. Sempre levam alguma coisa, mesmo que não nós por inteiro, mas uma parte do que acreditávamos até que a realidade perturbasse as mais inocentes ilusões. By: Nathaany!
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